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Artista do Mês da Kick Push - Red Hot Chili Peppers



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Chegou a hora de mais um texto do Artista do Mês, mas dessa vez não iremos falar apenas de um artista, e sim de 4. Isso porque é a vez do Red Hot Chili Peppers, então vamos lá dar uma boa olhada na história dessa banda que é clássica.

Agora você pode estar pensando: mas Red Hot não é uma banda de rock alternativo? Não podemos negar, ela é, mas não apenas isso. Quem conhece sabe que sempre há muito rap envolvido em suas músicas. 

A banda já está na ativa a mais de três décadas, desde a sua formação em 13 de fevereiro de 1983, em Los Angeles, Califórnia. 

A sua formação atual conta com os dois dos fundadores da banda, Anthony Kiedis (vocais) e Flea (baixo), e com o baterista Chad Smith e Josh Klinghoffer na guitarra. 

Ela foi uma das famosas bandas que se iniciaram ainda na adolescência dos seus membros, e no seu caso tivemos algo como um “pré-início” em 1970, com os amigos Flea, Hillel Slovak e Jack Irons. Esses três formaram uma banda chamada Anthym, e enquanto eles tentavam o sucesso eram admirados por Anthony Kiedes, também amigo deles.

Apenas em 1983 nasceu a "Tony Flow and the Miraculously Majestic Masters of Mayhem", a banda que viria a se chamar Red Hot Chili Peppers, e dessa vez o Anthony Kiedis já era integrante da mesma. 

A primeira apresentação da banda ocorreu num clube de Los Angeles chamados Rhythm Lounge para uma média de 30 pessoas. Ali foi criada algo como a “primeira música” da banda, um rap improvisado feito por Anthony, o “Out in LA”.


 O animação desse show foi tamanha que a banda voltou a ser convidada para o club. Por culpa desse sucesso, a banda mudou seu nome para “The Red Hot Chili Peppers”. Com isso, eles puderam criar seis canções que viriam a ser as únicas do seu primeiro CD demo.

O primeiro grande feito da banda ocorreu no verão de 1983, quando já tinham toda a programação para um mini festival chamado Run MC. Depois de se apresentarem em shows por toda a cidade, fizeram uma apresentação no Kit-Kat Club onde estavam nus, “vestindo” apenas uma meia no pênis.

Já em outubro deste mesmo ano, assinaram um contrato com a gravadora EMI, e então os problemas começaram a surgir. Hillel Slovak e Jack Irons faziam parte de outra banda chamada “What Is This?”, e preferiram focar nesta ao invés do Red Hot. Após isso, Jack Sherman e Cliff Martinez entraram na banda como guitarrista e baterista, respectivamente.

O primeiro álbum dos RHCP foi o “The Red Hot Chili Peppers” em agosto de 1984, e foi tido como uma grande decepção para os garotos, pois Anthony Gil – produtor do álbum – não dava liberdade de criação para os mesmos. 

Apesar disso, a base de fãs foi criada a partir desse álbum e com vários empurrões da MTV. O clipe de “True Men Don’t Kill Coyotes” também fez bastante sucesso.


Show vai e show vem, e o consumo de drogas também foi aumentando. Nisso, depois de vários desentendimentos o guitarrista Jack Sherman é expulso da banda, tendo assim a volta de Hillel Slovak, que juntamente com Anthony se torna um grande usuário de heroína.

RHCP chega em 1985 totalmente sem direção, mas graças à uma produção do George Clinton puderam renascer. Assim veio o segundo álbum, o “Freaky Styley”, que recebeu diversos elogios e pode fazer com que a banda ganhasse sucesso internacional. Nesse momento o Cliff Martinez também saí da banda, e a mesma volta sua formação original com o Jack Irons.

Infelizmente, o problema de drogas de Anthony atinge níveis altíssimos, onde o vocalista chegou a usar drogas em baixo de pontes. Após ser convidado a se retirar da banda e incentivado a se tratar, resolve ir para uma clínica de tratamento e consegue sair de lá limpo e com uma nova canção, “Fight Like a Brave”

Como uma pequena vitória, o álbum “The Upflitt Mofo Party Plan” é lançado ficando no 143º lugar nas paradas.

 
Logo após esse álbum, tivemos o “The Abbey Road E.P”, lançado enquanto os garotos estavam na Inglaterra. E esse álbum foi o último antes de uma grande perda para a banda: depois de Hillel se afundar na heroína e Anthony voltar a usar drogas, Hillel foi encontrado morto por overdose de heroína, com apenas 26 anos. 

Um baque tão grande que Anthony resolve se isolar num vilarejo do México para tentar se curar. Assim, a banda foi se separando e parecia ser o fim.

Mas felizmente não foi o fim. Em 1988 a banda volta à ativa, tendo Chad Smith na bateria – depois de Jack Irons apenas resolver sumir por um tempo – e John Frusciante na guitarra – sendo este quase idêntico à Hillel. 

Em 1999 sai um álbum muito conhecido e importante em suas carreiras, o “Mother’s Milk”, com o single “Knock Me Down” e o cover “Fire” de Jimi Hendrix – ainda com uma participação antiga de Hillel.


Depois de cancelarem o contrato com a EMI e partiram para a Warner em 1991, veio o álbum que estourou a banda mundialmente, o “Blood Sugar Sex Magik”, com os clássicos “Give It Away”, “Suck My Kiss” e “Under The Bridge”

O grande problema é que depois da turnê do álbum John Frusciante teve que se afastar da banda por não ter suportado a pressão e a rotina, sendo a sua vaga ocupada por Arik Marshall, Jesse Tobias e por último Dave Navarro.


Já com o Dave como guitarrista, veio o álbum “One Hot Minute”, que passou ao público o clima melancólico do momento complicado que a banda passava, principalmente por não estarem se dando bem com a nova formação. 

Depois de uma longa recuperação das drogas, em 1998 John Frusciante voltou para a banda, trazendo consigo todo o seu talento para o que chamou de “o melhor trabalho da sua vida”, o álbum “Californication”, com hits de sucesso mundial como “Californication” e “Scar Tissue”. A partir daí, a carreira da banda só pôde melhorar.

 
O oitavo disco nem demorou tanto a chegar, e em 2001 a banda lançou “By The Way”, que foi uma grande conquista para a banda: o primeiro álbum em que eles estavam totalmente livre das drogas. 

E isso repercutiu nas letras das músicas, praticamente todas eram baladas românticas. Já em 2007 sai o álbum “Stadium Arcadium”, outro grande sucesso que vendeu milhares de cópias em sua primeira semana, tendo “Dani California” como principal single.

 
Entre 2008 e 2009 os caras do RHCP passaram por um breve hiatos, juntamente com a saída do John Frusciante, mas já em 2011 foi lançado o “I’m With You”, com o Josh Klinghoffer na guitarra. 

Foi uma ótima época para o Red Hot, com diversas turnês e hits. Um dos últimos trabalhos da banda tem sido o álbum “The Getaway”, que prometeu e foi mais um clássico da banda.

Enfim, depois de todo esse tour sobre os incríveis Red Hot Chili Peppers, percebe-se que é mais do que normal que eles estejam no nosso Artista do Mês, certo? Então esperamos que vocês curtam essa histórias e os singles de sucesso, e fica ligado aqui no site porque tem mais por aí.

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