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Artista Kick Push do Mês - Notorious B.I.G





Falar do eterno The Notorious B.I.G é simplesmente falar de um dos - senão o melhor - rapper de todos os tempos, e esse foi um dos motivos que nos fez escolher o mesmo como o nosso “Artista do Mês”. 

Seu nome é Christopher George Latore Wallace, mas desde pequeno já era conhecido apenas como “Big”. Nasceu e foi criado no bairro do Brooklyn, sendo filho de uma professora e um soldador jamaicanos.

Seu pai largou a família quando ele tinha 2 anos, e desde então foi criado apenas pela mãe. B.I.G fazia rap desde a sua adolescência, e apesar de sempre ter sido um ótimo estudante, aos 12 anos já vendia drogas, e aos 17 largou o ensino médio para viver apenas do crime.

Após isso B.I.G foi preso três vezes: a primeira por posse de drogas, a segunda por violar a condicional que pegou como sentença da primeira, e a última na Carolina do Norte por tráfico de crack.

Logo após sair da prisão conseguiu lançar um demo com o nome artístico de Biggie Smalls, que parou nas mãos do produtor musical Diddy, lhe rendendo um contrato com a Uptown Records. Didddy acabou sendo demitido, e criou sua própria gravadora, a Bad Boy Records, na qual B.I.G se juntou.

B.I.G começou a ganhar reconhecimento quando apareceu no single “Real Love”, de Mary J. Blige, e logo após mudou seu nome artístico para The Notorious B.I.G, como é mais conhecido até hoje.

Em 1994 se casou com a cantora Faith Evans, e quatro dias depois seu primeiro single estoura nas paradas: “Juice/Unbelievable”.

Após um mês lança seu primeiro álbum, o “Ready To Die”, que recebeu o certificado de platina quatro vezes e contou com os singles “Big Poppa” – chegou ao primeiro lugar das nas tabelas de rap americanas – e o “One More Chance” com a Faith Evans, single mais vendido. 
 


 




Logo em 1995 o grupo protegido por B.I.G grava seu primeiro álbum,  Conspiracy”, que continha as músicas “Player’s Anthem” e “Get Money" – ambas ouro e platina – com a participação de rapper.

Nesse mesmo ano ele foi o artista solo que mais vendeu nas paradas americanas, chegando a ser capa da revista The Source com a legenda: “O Rei de Nova Iorque Domina”.

Foi também em 1995 que a rivalidade entre a East Coast (B.I.G) e a West Coast (Tupac) bombou, aumentando quando Shakur saiu da prisão e assinou contrato com a Death Row Records, fazendo da mesma rival da Bad Boy.

Antes do ano findar começou a gravar seu segundo álbum, que foi interrompido, e logo após trabalhou com Michael Jackson no álbum “HIStory”.




Em 1996 B.I.G foi preso em duas ocasiões: quando perseguiu e ameaçou de morte dois fãs e quando foi pego em posse de armas e drogas na sua casa.

Nesse mesmo ano ficou envolvido nos boatos da morte do Tupac, alegando um tempo depois que ainda o considerava amigo e se arrependia por não ter acertado as coisas com ele enquanto podia.

Depois de uma série de acusações e gravações, B.I.G afirmou estar focado na sua própria paz, mas mal teve tempo de aproveitar a mesma, pois em março de 1997 ele foi assassinado em uma viagem de divulgação do seu segundo álbum, “Life After Death”.

Seu homicídio continua sem culpado até hoje, apesar de existir diversas teorias, algumas que ligam a morte de Tupac a sua.

O álbum foi lançado 50 dias após sua morte, e chegou ao 1º lugar na Billboard e recebeu o certificado de diamante em 2000.

B.I.G se tornou o primeiro artista a ter dois singles no primeiro lugar da Billboard após falecer, com “Hypnotize” e “Mo Money Mo Problems”, além de ser o artista do ano ainda em 1997.



Ainda houveram dois álbuns póstumos de B.I.G, ambos com sucessos mundiais e músicas estourando nas paradas, e mesmo que tendo morrido ainda jovem -  com apenas 24 anos - conseguiu construir uma carreira lotada de fama, polêmicas e é claro, boa música.

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